no grito do tempo, o silêncio da dor. e seguimos nos riscando (na contramão do que antes, em desagravo ao que nunca).
é pena saber que da carne, carnificina.
no grito do tempo, o silêncio da dor. e seguimos nos riscando (na contramão do que antes, em desagravo ao que nunca).
Postado por Gio às 23:58
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